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Relatório da pesquisa de 2024 sobre a curva de aprendizagem de ciência da computação

Em 2024, a JetBrains Academy entrevistou 23.991 pessoas em todo o mundo, incluindo estudantes universitários, estudantes on-line, entusiastas autodidatas, graduados em bootcamps de programação, profissionais e indivíduos que mudaram de carreira.

Com base em seus insights inspiradores, este relatório explora as tendências atuais no ensino de ciência da computação, desde formatos e ferramentas até motivações, objetivos de carreira e desafios.

Seja você um educador, pesquisador, estudante, profissional curioso ou pai/mãe solidário, mergulhe de cabeça! Compartilhe suas ideias e conecte-se com a comunidade de aprendizagem de ciência da computação através de #JetBrainsAcademySurvey24.

Este é um relatório público. Seu conteúdo pode ser usado apenas para fins não comerciais. Obtenha os detalhes completos aqui.

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Destaques

Estudantes de ciência da computação em 2024

Os estudantes de ciência da computação têm predominantemente menos de 30 anos (69%), são do sexo masculino (84%), solteiros (62%) e não têm filhos (80%). Mais da metade concilia os estudos com carreiras em engenharia de software. Em algumas regiões, estudantes do sexo feminino e pessoas que estão mudando de carreira estão rompendo barreiras e remodelando o cenário profissional.

O valor da paixão e da criatividade

A paixão alimenta os estudantes de tecnologia da mesma forma que artistas ou músicos. Quase metade (46%) entra na área de ciência da computação para enfrentar desafios, automatizar processos ou transformar um hobby em carreira. A motivação para criar supera os motivadores práticos, como salário (41%) ou flexibilidade de trabalho remoto (34%).

IA e ML: tendências no ensino de ciência da computação

Programação, algoritmos e bancos de dados continuam sendo os tópicos de aprendizagem dominantes, mas a IA e o ML estão atraindo uma nova onda de talentos. Quase 28% dos estudantes planejam fazer da IA seu próximo curso de estudo, enquanto 33-34% estão explorando atualmente a IA e o ML, incluindo 18% que são iniciantes na ciência da computação.

Linguagens e ferramentas de programação

A programação começa cedo: 63% dos jovens de 20 a 29 anos já têm de 3 a 10 anos de experiência. O Python lidera globalmente, seguido pelo Java, JavaScript e C++. O Kotlin e Rust estão ganhando popularidade, especialmente na Europa. Os IDEs são a principal escolha dos iniciantes para executar código.

Controle de qualidade (QA): um ponto de entrada subvalorizado

Apesar de ser um ponto de entrada em potencial para a tecnologia, o cargo de controle de qualidade (QA)/testador continua sendo menos procurado do que outros cargos de tecnologia. No entanto, ele se destaca, juntamente com o cargo de designer de UI/UX (16%) e de analista de negócios (14%), como um cargo com representação feminina acima da média no setor.

Aprendizagem: da frustração ao foco

Os estudantes de ciência da computação têm mais dificuldades em lidar com conceitos complexos (51%), documentação deficiente (40%) e a vastidão do campo (38%). A síndrome do impostor também atinge 35%. Duas maneiras universais de perseverar são dividir tarefas grandes (58%) e dar prioridade para o sono (41%).

Educação formal

Você estudou ciência da computação em algum formato nos últimos 12 meses?

77%

Sim, autodidatismo

51%

Sim, em uma instituição de ensino formal

Pouco mais da metade dos estudantes de ciência da computação estuda em instituições de ensino formais, sendo que 54% dos estudantes formais ampliam seus conhecimentos por meio de autodidatismo.

78%

das pessoas que concluíram a educação formal possuem um diploma de bacharel ou superior.

Nível mais alto de educação formal concluído

39%

Diploma de graduado (BA, BS, B.Eng. etc.)

24%

Entrei em uma faculdade ou universidade, mas sem obter diploma de bacharel

17%

Ensino médio (por exemplo, high school americano, Realschule ou Gymnasium alemão etc.)

14%

Mestrado (MA, MS, M.Eng., MBA etc.)

2%

Doutorado (Ph.D, Ed.D. etc.)

1%

Diploma profissional (JD, MD etc.)

1%

Ensino primário/fundamental

1%

Nunca concluí uma educação formal

2%

Outros

Instituição de ensino formal frequentada atualmente

2%

Ensino médio

1%

Escola vocacional

1%

Centro de treinamento

3%

Faculdade

52%

Universidade

2%

Outros

39%

Nenhuma opção

Nível de formação buscada no momento

3%

Ensino médio

4%

Técnico

4%

Especialização

62%

Graduação

17%

Mestrado

5%

Pós-graduação

5%

Outros

Principal área de estudo (atual ou anterior)

49%

Ciência da computação

16%

Engenharia de software

12%

Outras engenharias

3%

Artes / Ciências humanas

3%

Economia

3%

Matemática

2%

Biologia / Química

2%

Ciências sociais

2%

Física

10%

Outros

Carreira

52%

de todos os estudantes de ciência da computação têm experiência de trabalho remunerado em TI e, para 89% deles, essa é sua principal fonte de renda. A maioria desses entrevistados trabalha em funções de engenharia de software (76%), sendo que 35% ocupam cargos de nível médio.

Cargo atual100+

76%

Desenvolvedor / Programador / Engenheiro de software

13%

Engenheiro de DevOps / Desenvolvedor de infraestrutura

11%

Analista de dados / Engenheiro de dados / Cientista de dados

10%

Chefe de equipe

10%

Especialista em suporte técnico

9%

Arquiteto

7%

Administrador de banco de dados

7%

Testador / Engenheiro de controle de qualidade

6%

Instrutor / Professor / Tutor

Essa pergunta foi mostrada somente àqueles que responderam que dependem do trabalho em ciência da computação como principal fonte de renda.

O setor de tecnologia continua sendo predominantemente masculino na maioria das funções, com uma representação significativamente menor de mulheres e indivíduos não binários. As principais funções técnicas e cargos de liderança (líderes de equipe e executivos) têm a menor diversidade de gênero, com 88% a 94% de representação masculina.
Entretanto, algumas funções mostram uma representação feminina relativamente maior em comparação com a média do setor: designers de UX/UI (16%), profissionais de controle de qualidade/testadores, analistas de negócios (14%), instrutores (13%) e gerentes de produtos/marketing (12%). A representação não binária continua limitada em todas as funções, com os defensores dos desenvolvedores (developer advocates) apresentando a maior taxa, de 6%.

Situação de emprego

38%

Emprego de período integral em uma empresa ou organização

35%

Estudante

11%

Trabalhador estudante

5%

Atualmente desempregado

3%

Emprego de meio período em uma empresa ou organização

Nível de qualificação

35%

Intermediário

29%

Sênior

26%

Júnior

8%

Trainee

2%

Outros

Salário (líquido anual em dólares americanos, excluindo bônus)

9%

Até US$ 1.000

4%

De US$ 1.001 a US$ 1.800

6%

De US$ 1.801 a US$ 6.000

6%

De US$ 6.001 a US$ 12.000

5%

De US$ 12.001 a US$ 18.000

Você tem experiência profissional anterior fora da área de ciência da computação/TI?

29%

Sim, trabalhei/estudei em outra área antes de mudar para ciência da computação/TI

71%

Não, esta é a única área em que já trabalhei

Os entrevistados mais jovens, com idades entre 18 e 29 anos, têm maior probabilidade de ingressar diretamente em uma carreira tecnológica, sendo que apenas 9% dos entrevistados com idades entre 18 e 20 anos e 24% dos entrevistados com idades entre 21 e 29 anos têm experiência prévia em outra área. No entanto, a mudança de carreira se torna mais comum com a idade, com 50% dos entrevistados entre 30 e 39 anos e 59% dos entrevistados com mais de 60 anos relatando carreiras anteriores fora da área de tecnologia.

Também há claras diferenças regionais nas trajetórias de carreira. Na Índia e na China, aqueles que não mudaram de carreira são a maioria, refletindo uma forte tendência de entrada direta na ciência da computação. Em contraste, Argentina e Brasil mostram trajetórias mais diversificadas, com pessoas que mudaram de carreira superando em número ou quase se igualando às que não mudaram. Em regiões como Europa, Sudeste Asiático e América do Norte, as mudanças de carreira representam cerca de um terço, refletindo um padrão de entrada mais convencional.

Você tem experiência profissional anterior fora da área de ciência da computação/TI? (por região)

Índia

China

Alemanha

Turquia

Oriente Médio, África, Ásia Central

Outro: Sudeste Asiático e Oceania

Coreia do Sul

Resto da Europa

França

Canadá

Área profissional anterior

Os entrevistados responderam a essa pergunta com respostas de texto aberto. O ChatGPT foi usado para automatizar a análise e a classificação das respostas em grupos temáticos.

31%

Engenharia e áreas técnicas

14%

Finanças e gerenciamento de negócios

9%

Serviço de bufê, hospitalidade e atendimento ao cliente

8%

Educação (ensino/tutoria ou trabalho no meio acadêmico)

7%

Saúde e medicina

6%

Ciências Humanas

6%

Artes criativas e design

5%

Marketing e mídia

5%

Vendas

4%

Armazém, fabricação industrial

3%

Logística, transporte, entrega

1%

Agricultura

Essa pergunta foi mostrada apenas aos entrevistados que disseram ter trabalhado ou estudado em outra área antes de mudar para ciência da computação/TI.

Os campos técnicos e de engenharia ocupam o primeiro lugar entre aqueles que estão fazendo a transição para a ciência da computação, seguidos por finanças e gestão de negócios. As áreas de educação, saúde e artes criativas também se destacam, demonstrando a diversidade de experiências profissionais que entram no campo.

Razões para escolher uma carreira em tecnologia100+

79%

Tenho interesse em ciência da computação, computadores e tudo relacionado a isso

46%

Gosto de enfrentar desafios complexos

46%

Ciência da computação era meu hobby

45%

Gosto de automatizar processos e melhorar as coisas

42%

Queria criar algo novo, como um videogame ou um site

41%

As perspectivas salariais e outros benefícios

34%

As oportunidades de trabalho remoto

12%

Um professor, amigo, parente ou conhecido influente me inspirou

5%

Não exigia diploma

4%

Entrei na ciência da computação por acaso, não por opção

2%

Outros

Motivação para aprender novos tópicos de ciência da computação100+

61%

Crescer no meu cargo atual

55%

Por interesse geral

53%

Trabalhar em projetos pessoais

47%

Acompanhar as últimas tendências

47%

Encontrar um novo emprego ou mudar de cargo

20%

Concluir uma tarefa específica

17%

Migrar para outra tecnologia

1%

Não quero aprender nenhum tópico novo de ciência da computação

1%

Outros

Embora uma forte paixão pela ciência da computação impulsione a maioria das transições de carreira, quase metade dos entrevistados destaca seu amor pela solução de problemas e pela automação de processos como principais motivadores. É interessante notar que as oportunidades de salário e de trabalho remoto estão um pouco abaixo das ambições criativas, como a criação de jogos ou sites, revelando que o campo atrai aqueles que são movidos por aspirações tanto quanto por benefícios práticos.

Motivação para aprender novos tópicos de ciência da computação (por região)

Não quero aprender novos temas da ciência da computaçãoOutrosConcluir uma tarefa específicaMigrar para outra tecnologiaPor interesseEncontrar um novo emprego ou mudar de cargoAcompanhar as últimas tendênciasTrabalhar em projetos pessoaisCrescer no meu cargo atual
<1%2%18%16%43%52%49%56%68%Europa Oriental, Bálcãs e Cáucaso
<1%1%13%11%49%49%40%49%67%Coreia do Sul
<1%2%26%21%47%47%51%56%67%Outro: Sudeste Asiático e Oceania
<1%2%27%19%79%34%48%60%66%Alemanha
3%21%17%67%44%47%55%64%Benelux e Norte da Europa
1%2%17%17%45%50%55%59%64%Índia
<1%1%22%26%23%45%55%49%64%Nigéria
<1%2%20%18%51%46%47%58%62%Resto da Europa
<1%23%17%67%43%47%44%62%China
2%21%14%62%48%44%58%61%Reino Unido
1%2%22%16%58%54%45%65%61%Estados Unidos
1%2%19%21%38%44%48%54%60%Oriente Médio, África, Ásia Central
3%13%18%58%50%54%51%60%Espanha
1%1%20%22%45%41%46%51%56%Turquia
<1%2%25%13%56%59%45%62%56%Canadá
2%1%15%19%42%41%28%39%55%Federação Russa e Belarus
3%16%21%52%64%42%57%54%Brasil
1%1%24%23%73%38%39%58%54%França
9%1%10%18%49%63%46%56%54%México
<1%2%11%19%41%60%51%57%52%América Central e América do Sul
4%<1%14%19%43%40%31%38%50%Ucrânia
3%1%12%13%58%34%42%31%48%Japão
1%2%9%17%52%63%44%47%42%Argentina
<1%79%

Na Europa Ocidental e América do Norte, os estudantes dão prioridade a interesses pessoais e projetos pessoais inovadores. Já os estudantes da América Latina são motivados primariamente por oportunidades de mudar de emprego, refletindo os mercados de trabalho fluidos da região. A Ásia apresenta um espectro de motivações: a Coreia do Sul enfatiza o crescimento impulsionado pela carreira, enquanto o Japão relata baixo engajamento em várias dimensões do aprendizado. Enquanto isso, na Índia e no Sudeste Asiático, os estudantes são motivados pela necessidade de acompanhar as tendências, refletindo o dinamismo de seus ecossistemas tecnológicos em rápido crescimento.

Cargo desejado100+

78%

Desenvolvedor / Programador / Engenheiro de software

28%

Analista de dados / Engenheiro de dados / Cientista de dados

23%

Engenheiro de DevOps / Desenvolvedor de infraestrutura

19%

Arquiteto

13%

Professor/pesquisador acadêmico

10%

Designer de interface/experiência do usuário

8%

Testador / Engenheiro de controle de qualidade

8%

DBA

7%

Gerente de produtos / Gerente de marketing

7%

Analista de sistemas

7%

Analista de negócios

6%

Especialista em suporte técnico

5%

Developer Advocate

Essa pergunta foi mostrada apenas aos entrevistados que indicaram "encontrar um novo emprego ou mudar de função" como uma de suas motivações para aprender tópicos de ciência da computação.

O cargo de desenvolvedor é a principal opção de carreira em TI, provavelmente um reflexo da versatilidade da função, da alta demanda e da ampla aplicabilidade em todos os setores, o que a torna uma opção ideal para transições de carreira, especialmente para indivíduos novos na área. Um número significativo de pessoas também está se dedicando a carreiras focadas em dados ou DevOps, demonstrando o crescente apelo de campos especializados. Pelo contrário, as funções de controle de qualidade, embora boas para iniciantes, carecem de popularidade e perspectivas de longo prazo, o que as torna menos ambiciosas para transições de carreira.

74%

dos entrevistados afirmam que, em algum momento, procuraram trabalho em ciência da computação/TI.

Fatores importantes na busca de um emprego em ciência da computação/TI

Não é importanteBastante sem importânciaBastante importanteExtremamente importante
1%6%35%58%Experiência de trabalho
1%13%51%35%Familiaridade com as mais recentes tecnologias
2%16%51%32%Habilidades interpessoais
4%17%47%31%Estágios e programas cooperativos
6%26%44%25%Conexões e redes
5%23%48%24%Projetos de estimação
7%26%49%18%Diplomas universitários
6%31%47%16%Indicações de colegas
9%31%46%14%Certificados do setor
11%35%42%12%Certificados de conclusão de curso
1%58%

Experiência de trabalho e conhecimento tecnológico atualizado são supostamente essenciais para conseguir um emprego, mas habilidades sociais são igualmente valorizadas, com 83% dos estudantes marcando-as como importantes. Interação e troca de experiência são outros fatores cruciais: 25% as consideram essenciais e 44% usam ativamente suas conexões para obter oportunidades de carreira. Isso ressalta a necessidade de fortes habilidades interpessoais e redes profissionais no setor de tecnologia.

Tópicos de aprendizagem

Áreas de ciência da computação estudadas nos últimos três anos100+

89%

Linguagens de programação

67%

Algoritmos e estruturas de dados

61%

Bancos de dados

55%

Desenvolvimento Web

50%

Engenharia de software

41%

Redes de computadores

39%

Sistemas operacionais

34%

Machine learning

33%

Inteligência artificial

32%

Análise de dados

31%

Gerenciamento de projetos

Juntamente com linguagens de programação, algoritmos e estruturas de dados, os bancos de dados são uma opção popular entre os estudantes. A IA e o machine learning continuam sendo áreas populares, com 33% e 34% dos estudantes explorando-as, respectivamente.

Igor Gerasimov
Chefe de equipe em conteúdo educacional na JetBrains Academy

“Muitos entrevistados declararam sua proficiência nas seguintes áreas relacionadas à ciência da computação como intermediária, o que significa que atualmente há uma demanda de mercado por conteúdo mais complexo e específico voltado para estudantes experientes (profissionais competentes).”

Alexandra Makeeva
Analista de pesquisas em pesquisa de mercado e análise na JetBrains

“Uma parcela considerável de estudantes de IA e ML são iniciantes. Isso reflete o crescente interesse e o influxo de novos talentos nessas áreas em evolução e sinaliza um futuro promissor para a inovação.”

Proficiência nas áreas de ciência da computação estudadas

Novato/exploratórioInicianteIntermediárioAvançadoEspecialista
4%25%44%23%5%Engenharia de software
6%28%41%21%5%Desenvolvimento Web
8%29%40%17%5%Gerenciamento de produtos
4%23%47%22%4%Linguagens de programação
10%33%37%16%4%Interação humano-computador (HCI)
9%33%38%16%4%Gerenciamento de projetos
9%37%37%14%3%Testes
10%37%35%15%3%Análise de dados
15%42%30%10%3%Processamento de linguagem natural (NLP)
16%40%29%11%3%Visão computacional
7%32%41%16%3%Bancos de dados
9%36%39%13%3%Redes de computadores
7%35%38%16%3%Sistemas operacionais
11%40%34%12%3%Segurança cibernética
6%31%46%15%2%Algoritmos e estruturas de dados
17%43%27%10%2%Inteligência artificial
18%43%27%10%2%Machine learning
16%39%30%13%2%Computação gráfica
2%47%

As mulheres tendem a classificar suas habilidades técnicas de forma mais baixa, mas demonstram um forte impulso para o crescimento, com 8% mais estudantes do sexo feminino fazendo a transição para a ciência da computação de outras áreas em comparação com seus colegas do sexo masculino.

Tópicos que os estudantes desejam explorar no próximo curso

Os entrevistados responderam a essa pergunta com respostas de texto aberto. O ChatGPT foi usado para automatizar a análise e a classificação das respostas em grupos temáticos.

28%

Inteligência artificial, aprendizagem de máquina, ciência de dados

13%

Linguagens de programação

7%

Desenvolvimento Web (front-end/back-end)

5%

Segurança cibernética e hacking ético

4%

Estruturas específicas da linguagem

4%

Desenvolvimento móvel

4%

Projeto e arquitetura do sistema

4%

Estruturas de dados e algoritmos

3%

Desenvolvimento de jogos

3%

Bancos de dados

3%

DevOps

Ruslan Davletshin
CTO da Hyperskill

“Nos resultados de pesquisas, observamos um grande interesse dos estudantes em habilidades de IA, machine learning e ciência de dados. Isso se alinha às tendências do setor, em que as habilidades de IA estão se tornando essenciais em vários setores, ajudando os profissionais a avançar em suas funções atuais ou a fazer a transição para cargos recém-criados centrados em IA, como o de engenheiro de IA.”

Igor Gerasimov
Chefe de equipe em conteúdo educacional na JetBrains Academy

“Os resultados mostram que os entrevistados estão mais interessados em tópicos relacionados a IA, incluindo alfabetização em IA e desenvolvimento de IA, seguidos por desenvolvimento da Web (JS, .NET). Também notamos interesse em tópicos de segurança cibernética e esperamos ver mais desse tipo de conteúdo em um futuro próximo.”

Formatos, práticas e recursos de aprendizagem

Experiência com formatos educacionais100+

76%

Universidade, faculdade, educação escolar

63%

Tutoriais online individualizados

53%

Cursos online gratuitos (MOOCs) ou escolas de código

29%

Estágios

27%

Cursos online pagos (MOOCs) ou escolas de código

24%

Programas universitários online

20%

Cursos offline, escolas de programação

19%

Workshops e seminários

17%

Sessões de bootcamp de programação

14%

Programas de mentoria e tutoria

11%

Formação profissional fornecida por um empregador

11%

Codecamps, grupos de usuários, meetups

Os dados mostram uma demanda contínua por ambientes de aprendizagem tradicionais, presenciais e práticos, como educação universitária, workshops e programas de mentoria. No entanto, a satisfação com esses formatos varia muito entre as faixas etárias e as regiões, refletindo uma eficácia inconsistente.

Alexander Kulikov
Chefe do programa educacional da JetBrains Academy Universities

“O aprimoramento dos processos de ensino pode melhorar a experiência de aprendizagem tradicional, tornando-a mais acessível e mais alinhada com as expectativas dos estudantes. As principais áreas de insatisfação poderiam ser abordadas com uma orientação estruturada e métodos focados na qualidade, criando uma experiência mais envolvente que poderia aumentar o interesse onde os formatos tradicionais atualmente ficam aquém.”

Avaliação da experiência com formatos educacionais

RuimPrecisa melhorarSatisfatórioMuito bomExcelente
2%5%18%32%43%Estágios
1%7%22%36%34%Programas de mentoria e tutoria
2%4%22%42%30%Cursos online pagos (MOOCs) ou escolas de código
2%9%23%38%29%Formação profissional fornecida por um empregador
1%5%25%40%29%Tutoriais online individualizados
1%7%28%36%28%Codecamps, grupos de usuários, meetups
3%9%29%33%26%Programas vocacionais
4%8%26%37%25%Formação profissional terceirizada, paga pelo empregador
2%7%26%40%25%Sessões de bootcamp de programação
2%9%31%34%24%Programas de intercâmbio
1%8%31%38%21%Cursos online gratuitos (MOOCs) ou escolas de código
3%11%31%36%20%Programas universitários online
6%14%31%30%19%Universidade, faculdade, educação escolar
2%11%32%36%19%Cursos offline, escolas de programação
2%10%33%36%19%Workshops e seminários
1%43%

Educação em universidades, faculdades e escolas, bem como tutoriais on-line em ritmo próprio, são as principais respostas de todos os entrevistados. O restante depende da faixa etária específica e das necessidades da carreira. Workshops e seminários são mais populares entre a faixa etária de 50 a 59 anos, com 17% desses estudantes tendo experiência com eles e cerca de um quarto classificando sua experiência como excelente. Programas de mentoria são muito bem avaliados pelos entrevistados de 21 a 29 anos, com 36% deles classificando-os como excelentes, mas a satisfação com essa experiência diminui à medida que a idade aumenta. A satisfação com o treinamento fornecido pelos empregadores atinge o pico entre os entrevistados de 18 a 20 anos, com 41% dos estudantes classificando-o como excelente. Os cursos on-line pagos e os bootcamps de programação atraem mais os jovens e as pessoas em meio de carreira.

Familiaridade com MOOCs e escolas de código

Nunca ouvi falarConheço, mais nunca experimenteiExperimentei, mas não uso maisEstou usando atualmente
18%23%29%29%Udemy
18%27%35%20%Coursera
29%41%15%16%JetBrains Academy
38%26%25%10%edX
26%35%29%10%Codecademy
35%36%20%10%LinkedIn Learning
28%33%30%9%Khan Academy
52%28%10%9%Canvas
55%28%12%5%DataCamp
48%32%16%4%Udacity
67%18%11%4%Pluralsight
79%13%5%3%Stepik
85%8%4%3%SWAYAM
84%11%4%2%JavaRush
70%22%6%2%The Open University
78%16%5%1%FutureLearn
84%12%3%1%Egghead
90%7%2%1%XuetangX
92%6%2%1%MiríadaX
89%8%2%1%Cognitive Class
87%9%3%1%Platzi
1%92%
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Práticas para dominar tópicos de ciência da computação100+

78%

Resolver tarefas de programação

58%

Praticando por meio do desenvolvimento de projetos pessoais

54%

Trabalhar em um tópico com diferentes tipos de conteúdo (tutoriais online, cursos em vídeo e plataformas de programação)

50%

Ensinar ou explicar conceitos a outras pessoas

45%

Analisar as melhores práticas e soluções desenvolvidas por outras pessoas

35%

Receber feedback detalhado de um mentor/tutor/especialista mais qualificado

26%

Dominar as ferramentas ou técnicas que facilitaram o aprendizado de programação (por exemplo, memorização de atalhos)

25%

Participar de projetos, desafios e competições em grupo

24%

Participar de comunidades de programação ou grupos de estudo para discussão, ajuda e feedback entre colegas

1%

Outros

Os estudantes que estão explorando a ciência da computação priorizam a aprendizagem prática e visual, com plataformas de programação, tutoriais em vídeo e documentação liderando o caminho. No entanto, as estatísticas recentes sobre o uso de chatbots de IA e a participação em concursos de programação implicam uma mudança em direção a abordagens interativas e dinâmicas para a solução de problemas e o desenvolvimento de habilidades.

Essa combinação de recursos tradicionais e modernos sugere que os estudantes valorizam tanto a orientação estruturada quanto as oportunidades de experimentação criativa.

Experiência competitiva em programação

4%

Ampla experiência: participo regularmente de competições ou já participei muito no passado

26%

Experiência moderada: participei de alguns concursos

22%

Não tenho interesse: não tenho nenhuma experiência no assunto, nem quero competir

48%

Sem experiência: sou iniciante em programação competitiva, mas tenho interesse

A maioria dos entrevistados é iniciante em programação competitiva, mas está interessada nela, enquanto 30% têm uma certa experiência e já participaram de alguns concursos ou costumavam competir regularmente no passado.

Recursos e comunidades preferenciais para a aprendizagem de ciência da computação100+

69%

Plataformas de programação

63%

Canais do YouTube e tutoriais em vídeo

61%

Documentação

56%

Livros e e-books

36%

Chatbots com IA

33%

Desafios de programação, competições e hackathons

32%

Contribuições de código aberto

28%

Redes sociais e blogs de tecnologia

25%

Clubes de programação / comunidades / fóruns

9%

Podcasts

1%

Outros

1%

Nenhuma opção

A interação entre pares é um componente essencial da aprendizagem de ciência da computação. Cerca de um terço dos entrevistados valoriza hackathons e contribuições de open source, enquanto um quarto prefere se envolver com comunidades de programadores para aprender. Embora as plataformas e os tutoriais dominem, as atividades colaborativas e competitivas inspiram um envolvimento mais profundo.

Onde os estudantes buscam ajuda para questões relacionadas à ciência da computação100+

75%

Google

61%

Assistente baseado em IA (ChatGPT ou semelhante)

60%

Stack Overflow

52%

YouTube

43%

Amigos e colegas de classe

31%

Educador/professor/tutor

29%

Colegas

25%

Livros didáticos

24%

Mídia de tecnologia online (por exemplo, Medium)

19%

Pessoas nas redes sociais

3%

Outros

Estudantes de todas as idades contam com vários recursos para obter ajuda. O Google é a principal escolha para todas as idades, enquanto os assistentes de IA, como o ChatGPT, são especialmente populares entre os usuários mais jovens, sendo usados por dois terços das pessoas com menos de 29 anos. Os estudantes mais jovens também tendem a procurar ajuda de amigos e educadores, enquanto os que estão na faixa dos 30 e 40 anos recorrem a colegas. O YouTube é amplamente usado por todas as idades, enquanto os estudantes mais velhos preferem livros didáticos e plataformas como o Medium. Em geral, as gerações mais jovens equilibram IA, o apoio de colegas e mídias educacionais, enquanto os grupos mais velhos preferem redes profissionais, artigos estruturados e livros didáticos.

Onde os estudantes buscam ajuda para questões relacionadas à ciência da computação (por idade)100+

18–2021–2930–3940–4950 a 5960 anos ou mais
70%76%77%75%68%68%Google
66%67%55%46%38%35%Um assistente baseado em IA (ChatGPT ou outro)
58%48%31%22%13%9%Amigos e colegas de classe
56%65%64%52%37%33%Stack Overflow
53%53%50%50%43%36%YouTube
47%32%21%20%16%8%Um educador/professor/tutor
23%23%27%32%31%34%Livros didáticos
20%25%26%27%18%25%Mídia de tecnologia online (por exemplo, Medium)
19%19%18%16%24%14%Pessoas nas redes sociais
17%31%36%33%29%19%Colegas
3%3%3%4%2%9%Outros
2%77%
Katharina Dzialets
Gerente de produtos da JetBrains Academy

“À medida que os editores de código alimentados por IA mudam o foco dos desenvolvedores sênior do trabalho de escrever código para a revisão e refinamento do código gerado por um LLM, o desafio é ensinar aos estudantes habilidades essenciais, como a avaliação da qualidade do código e o design de sistemas nesse contexto em evolução. Como resultado, podemos esperar maior ênfase na interação entre pares e no apoio de mentoria.”

Igor Gerasimov
Chefe de equipe em conteúdo educacional na JetBrains Academy

“Os estudantes demonstram um grande interesse na interação entre colegas, na orientação e na participação em atividades competitivas.”

67%

dos entrevistados relatam usar assistentes de IA em suas vidas cotidianas.

Katharina Dzialets
Gerente de produtos da JetBrains Academy

Pesquisas recentes indicam que os assistentes baseados em IA podem ser uma faca de dois gumes para estudantes novatos. Eles tendem a aumentar a confiança de estudantes que já se sentem bastante seguros em seu domínio dos conceitos e das ferramentas de programação. Porém, entre os estudantes que podem estar com dificuldades e falta de confiança, os assistentes de IA tendem a piorar o problema. Isso ressalta a importância de incorporar habilidades de alfabetização em IA no ensino de programação para mitigar desafios metacognitivos adicionais.”

Assistentes de IA mais populares em uso100+

91%

ChatGPT

32%

GitHub Copilot

24%

Google Gemini

20%

Microsoft Bing Chat

10%

Visual Studio IntelliCode

9%

OpenAI DALL-E

6%

JetBrains AI Assistant

Todas as respostas com menos de 1% de participação foram agrupadas em “Outros”.

Funcionalidade mais popular de assistentes de IA para aprender ciência da computação100+

62%

Explicar código

60%

Gerar código

43%

Resumir texto

37%

Geração de comentários de código, documentação ou mensagens de commit

35%

Explicação de exceções e erros e soluções oferecidas para eles

34%

Perguntas gerais sobre desenvolvimento de software em linguagens naturais

33%

Tradução e pronúncia de idiomas

28%

Depuração do código

27%

Realizar revisões de código

24%

Refatorar código

22%

Recomendações de conteúdo educacional

21%

Geração de testes

A IA ajuda os estudantes a superar as barreiras do idioma. Como o inglês é o idioma dominante na maioria dos recursos de ciência da computação, as regiões com diversos idiomas ou com populações que não falam inglês dependem mais da funcionalidade de tradução e pronúncia.

A maior dependência desses recursos é observada no norte da Eurásia (44%) e na Turquia (45%), seguidos de perto pelo sul e leste da Ásia, América Latina e sudeste da Ásia e Oceania (nessas regiões, a parcela de uso dessa funcionalidade varia de 40% a 44%).

Por outro lado, países que falam inglês predominantemente, como o Reino Unido, o Canadá e os Estados Unidos, apresentam níveis muito mais baixos de uso (13% a 19%), refletindo menos desafios relacionados ao idioma para os estudantes.

Anastasiia Birillo
Chefe do grupo de pesquisas educacionais da JetBrains

“As ferramentas educacionais baseadas em IA são o foco principal das principais conferências educacionais, como a SIGCSE, a ICER e a ITiCSE. Os dados dessa pesquisa oferecem percepções valiosas sobre como o uso dessas ferramentas varia entre países e entre gêneros. Esses dados são essenciais para os pesquisadores de ciência da computação, pois ajudam a orientar o desenvolvimento de ferramentas educacionais orientadas por IA, garantindo que elas sejam adaptadas para atender a diversas necessidades e preferências.”

Ruslan Davletshin
CTO da Hyperskill

“Os resultados da pesquisa ilustram o amplo impacto que a IA está tendo na aprendizagem, especialmente no ensino de ciência da computação, com uma alta adoção de soluções baseadas em IA entre os estudantes. Da explicação e geração de código à depuração e documentação, as ferramentas baseadas em IA estão transformando a forma como os estudantes se envolvem com tópicos complexos, tornando a educação mais personalizada, eficiente e acessível.”

Katharina Dzialets
Gerente de produtos da JetBrains Academy

“Os assistentes de IA oferecem oportunidades e desafios no processo educacional. Estamos observando uma demanda crescente entre os iniciantes por recursos personalizados, como chatbots e dicas com tecnologia de LLM que oferecem orientação e feedback sem solucionar as tarefas completamente. À medida que as habilidades de programação melhoram, a necessidade de tais funcionalidades diminui, e os estudantes devem ser gradualmente apresentados aos assistentes de codificação de IA padrão.”

Escolha de um curso e investimento

Os aspectos mais importantes para os estudantes que escolhem um curso são projetos e exercícios práticos para ganhar experiência de programação, o acesso a recursos e materiais, preços acessíveis e a experiência do instrutor no setor.

Design e conteúdo do curso

De pouca importânciaBastante importanteMuito importante
2%22%76%Projetos e exercícios práticos para adquirir experiência prática
3%31%66%Currículo estruturado com temas progressivos
3%32%65%Objetivos de aprendizado bem definidos para os estudantes
7%32%60%Relevância no mundo real
6%38%55%Capacidade de resposta às mudanças nos padrões do setor
7%41%52%Simplificação de conceitos complexos para todos os níveis
9%44%47%Capacidade de resposta ao feedback dos estudantes
17%40%42%Orientação para desenvolvimento de carreira
20%43%38%Considerações éticas sobre o uso responsável da tecnologia
31%46%24%Colaboração entre pares
38%41%21%Gamificação (questionários, emblemas, etc.)
2%76%
Ekaterina Smal
Chefe de departamento na JetBrains Academy

“76% dos entrevistados consideram os projetos práticos como o aspecto mais importante dos cursos educacionais. Isso reforça a necessidade de integrar tarefas do mundo real em programas de aprendizagem para preparar especialistas para desafios reais.”

Katharina Dzialets
Gerente de produtos da JetBrains Academy

“Em um ambiente em rápida evolução, é fundamental que os objetivos dos estudantes sejam flexíveis e capazes de evoluir à medida que eles progridem. Isso ressalta a importância de ter um currículo adaptável que possa ser atualizado em resposta ao feedback dos estudantes.”

Suporte e flexibilidade para os estudantes

De pouca importânciaBastante importanteMuito importante
2%25%74%Acesso a recursos e materiais
6%38%56%Flexibilidade de tempo
10%35%54%Opções de estudo remoto
6%45%49%Feedback e avaliações regulares
12%44%44%Comunidade e rede solidárias
14%48%38%Serviços de suporte técnico
21%41%38%Local de estudo acessível
24%40%36%Opções de estudo offline
23%42%35%Ambiente inclusivo
19%45%35%Acessibilidade ambiental
53%33%14%Oferta de creche
2%74%

Os estudantes do sexo feminino priorizam mais a flexibilidade e o apoio na educação do que os do sexo masculino. As diferenças incluem uma maior ênfase na flexibilidade de tempo (64% para mulheres x 54% para homens), opções de estudo remoto (63% x 53%) e suporte técnico (50% x 36%). Além disso, 49% dos estudantes do sexo feminino valorizam espaços de estudo acessíveis, em comparação com 36% do sexo masculino.

Igor Gerasimov
Chefe de equipe em conteúdo educacional na JetBrains Academy

“Esperamos ver mais soluções educacionais para dispositivos móveis e microaprendizagem em geral, pois o acesso a recursos e materiais é altamente valorizado pelos estudantes.”

Acessibilidade financeira

De pouca importânciaBastante importanteMuito importante
3%32%66%Preço acessível
17%48%35%Uma estrutura de tarifas personalizável que permite o pagamento de componentes individuais
18%49%32%Opções business-to-business (B2B) disponíveis para cobertura de custos conveniente pelo meu empregador
3%66%

Certificação e credenciais

De pouca importânciaBastante importanteMuito importante
19%37%44%Diploma universitário de ensino superior
16%41%43%Certificação do setor
21%40%39%Certificação ou credenciais após a conclusão do curso
16%44%

Embora um diploma universitário tenha sido a principal escolha, todas as opções de certificação listadas são valiosas para o público em geral, validando as habilidades e os conhecimentos adquiridos.

Qualificações e personalidade dos instrutores

De pouca importânciaBastante importanteMuito importante
8%37%56%Histórico do setor
15%46%39%Empatia
20%46%34%Carisma
29%41%30%Formação acadêmica ou universitária
8%56%
Julia Amatuni
Gerente de projetos da JetBrains Academy

“A análise revela diferenças notáveis entre os gêneros quanto à importância dos fatores na escolha de um curso. Os estudantes do sexo feminino valorizam mais a gamificação e as considerações éticas, sugerindo uma preferência mais forte por experiências de aprendizagem interativas e com base ética em comparação com os estudantes do sexo masculino. Além disso, as mulheres enfatizam a importância da empatia do professor e de ambientes de estudo acessíveis e inclusivos, o que reflete a necessidade de espaços de aprendizagem mais solidários e estimulantes.”

Igor Gerasimov
Chefe de equipe em conteúdo educacional na JetBrains Academy

“Instrutores com experiência na área são muito valorizados, pois mais da metade dos entrevistados considera isso muito importante ao escolher um curso. Em vez de priorizar exclusivamente a experiência na área, devemos nos concentrar em apoiar os educadores através de programas de treinamento, colaboração com profissionais da área e acesso a recursos de mercado atualizados. Essa abordagem pode preencher essa lacuna, permitindo que os educadores forneçam conhecimento prático e experiências envolventes e centradas no estudante.”

Gastos mensais com educação on-line

37%

Menos de US$ 25

16%

US$ 25 a 50

8%

US$ 51 a 100

3%

US$ 101 a 200

3%

Mais de US$ 200

26%

Não gasto dinheiro com educação on-line

7%

Prefiro não dizer

Cerca de três quartos dos entrevistados pagam por educação on-line. Quando se trata de cursos atuais, o conteúdo de alta qualidade e bem estruturado, a prática e os formatos flexíveis são os três principais motivos para optar por cursos pagos. Quando perguntados sobre o que os motivaria a pagar por cursos (ou qualquer outro tipo de material didático) no futuro, os entrevistados enfatizaram a relevância para o trabalho/estudos, o interesse pessoal, o conteúdo especializado e a certificação.

Motivos para pagar os cursos atuais100+

Observação: os entrevistados responderam a essa pergunta com respostas de texto aberto. O ChatGPT foi usado para automatizar a análise e a classificação das respostas em grupos temáticos.

35%

Qualidade e estrutura do conteúdo

18%

Aplicativos do mundo real e projetos práticos

12%

Flexibilidade e acessibilidade

9%

Certificação e credenciamento

9%

Desenvolvimento de carreira e colocação de emprego

7%

Experiência e pedagogia do instrutor

5%

Materiais interativos e envolventes

5%

Mentoria e suporte

Motivos para pagar cursos futuros

Observação: os entrevistados responderam a essa pergunta com respostas de texto aberto. O ChatGPT foi usado para automatizar a análise e a classificação das respostas em grupos temáticos.

16%

Interesse pessoal e relevância para estudos ou trabalho atuais

15%

Conteúdo especializado e de alta qualidade

14%

Programas de aprendizagem estruturado com certificação

14%

Capacidade financeira e acessibilidade

13%

Avanço na carreira e perspectivas de emprego

13%

Falta de alternativas gratuitas ou de alta qualidade

8%

Aprendizado prático e experimental

7%

Recomendação e apoio do empregador ou da universidade

Alexandra Makeeva
Analista de pesquisas em pesquisa de mercado e análise na JetBrains

“Os dados destacam as motivações contrastantes entre os que atualmente pagam pelos cursos e os que pensam em fazê-lo no futuro. Aqueles que atualmente pagam por seus cursos priorizam a qualidade do conteúdo e as aplicações práticas, enquanto os usuários de conteúdo gratuito que pretendem investir em cursos no futuro valorizam a relevância pessoal e a acessibilidade. Essa mudança sugere que o custo e o alinhamento com metas individuais são as principais barreiras para os estudantes que ainda não pagam pela educação.”

Desafios de aprendizagem

64%

dos estudantes de ciência da computação abandonaram um curso, sendo que os motivos mais comuns citados foram conteúdo pouco envolvente, restrições de tempo e falta de exercícios práticos. Tutoriais on-line individualizados e MOOCs gratuitos são abandonados com mais frequência, destacando os desafios de manter a motivação em formatos de aprendizagem menos estruturados.

Motivos de desistência de um curso ou programa de aprendizagem100+

51%

O conteúdo não era envolvente

45%

Restrições de carga de trabalho e tempo

30%

O conteúdo não tinha exercícios práticos suficientes

26%

O conteúdo era simples demais

25%

O conteúdo não era relevante

23%

Meus motivos para aprender ou meus objetivos de aprendizado mudaram

22%

Preocupações com saúde mental ou esgotamento

21%

Já tinha aprendido tudo o que eu queria

20%

O conteúdo era difícil demais

16%

O tutor não tinha carisma

11%

Era muito caro

6%

Mudanças nas responsabilidades de cuidados e/ou apoio financeiro dentro da minha família

2%

Nascimento de um filho ou mudança nas responsabilidades de guarda de crianças

4%

Outros

Tatiana Vasilyeva
Chefe de produto da JetBrains Academy

“Um número significativo de entrevistados (45%) indicou que a carga de trabalho e as restrições de tempo são os principais motivos para abandonar a aprendizagem. Isso destaca a necessidade de nos concentrarmos não apenas na criação de conteúdo interessante e envolvente, mas também no apoio aos nossos estudantes, ensinando-lhes as melhores práticas para gerenciar sua energia, tempo e emoções.”

Ekaterina Smal
Chefe de departamento na JetBrains Academy

“A pesquisa mostra que a maioria dos estudantes abandonou um curso, sendo que 30% citaram a falta de exercícios práticos como motivo para isso. Isso destaca a necessidade de cursos que sejam flexíveis e práticos para manter os estudantes envolvidos e no caminho certo.”

Tipo de curso que você abandonou mais recentemente

30%

Tutoriais online individualizados

25%

Cursos online gratuitos (MOOCs) ou escolas de código

13%

Cursos online pagos (MOOCs) ou escolas de código

13%

Cursos off-line ou escolas de código

8%

Universidade, faculdade, educação escolar

4%

Programas universitários online

2%

Sessões de bootcamp de programação

1%

Estágios

1%

Workshops e seminários

1%

Programas de intercâmbio

1%

Programas vocacionais

1%

Outros

Todas as respostas com menos de 1% de participação foram agrupadas em “Outros”.

Os aspectos mais desafiadores de estudar ciência da computação100+

51%

Compreensão de conceitos abstratos e complexos

40%

Documentação deficiente ou falta dela

39%

Ficar preso em um problema específico

38%

Imensidão do campo

36%

Solução de problemas algorítmicos

35%

Dificuldade para escolher materiais didáticos, cursos e plataformas

35%

Síndrome do impostor

34%

Dificuldade de identificar as causas básicas dos erros

32%

Falta de orientação profissional

30%

A velocidade do progresso tecnológico

29%

Depuração

28%

Desafios comunicativos no trabalho colaborativo

27%

Sobrecarga da pilha de tecnologia

Os estudantes geralmente enfrentam obstáculos práticos, como depuração e escolha dos recursos certos, bem como barreiras emocionais, como síndrome do impostor e isolamento. Essas percepções destacam a necessidade dupla de orientação clara e ambientes de aprendizagem favoráveis para ajudar os estudantes a prosperar.

Métodos para superar a frustração

Observação: os entrevistados responderam a essa pergunta com respostas de texto aberto. O ChatGPT foi usado para automatizar a análise e a classificação das respostas em grupos temáticos.

26%

Fazer pausas e participar de atividades físicas

16%

Definir metas e lembrar-se das motivações iniciais

14%

Autorreflexão e ajuste da mentalidade

7%

Buscar apoio de amigos, familiares ou mentores

7%

Envolver-se em hobbies e projetos pessoais

5%

Dividir as tarefas em partes gerenciáveis

4%

Buscar inspiração e conteúdo motivacional

3%

Praticar exercícios de atenção plena, meditação e respiração

18%

Ainda em busca de soluções eficazes

As estratégias mais eficazes de nossos entrevistados para superar a frustração incluem fazer pausas e praticar atividades físicas, bem como estabelecer metas e lembrar-se de suas motivações iniciais. A autorreflexão e o ajuste da mentalidade também surgem como abordagens fundamentais, ajudando as pessoas a enfrentar os desafios com uma perspectiva mais adaptável e positiva. Esses métodos ajudam os estudantes a reiniciar, recuperar o foco e recarregar as baterias. No entanto, 18% dos entrevistados ainda estão buscando soluções eficazes, destacando a falta de soluções universais para gerenciar a frustração.

Katharina Dzialets
Gerente de produtos da JetBrains Academy

“A segunda resposta mais comum entre todos os grupos de entrevistados indica uma busca contínua por soluções que ajudem a superar efetivamente a frustração, conforme evidenciado pela crescente demanda do mercado por ferramentas adicionais no ensino superior e no ensino fundamental e médio que ofereçam suporte personalizado para desafios cognitivos e emocionais.”

Tatiana Vasilyeva
Chefe de produto da JetBrains Academy

“Às vezes, até mesmo ações simples, como tirar um cochilo ou fazer uma caminhada curta, podem aliviar significativamente a frustração que inevitavelmente surge quando se aprende algo novo. É importante não subestimar o valor de dicas e truques simples para melhorar o processo de aprendizagem.”

Como os estudantes se mantêm produtivos100+

58%

Dividir tarefas grandes em blocos menores e mais gerenciáveis

41%

Garantir horas de sono suficientes

38%

Fazer pausas regulares

35%

Priorizar tarefas e fazer as mais fáceis primeiro

35%

Ouvir música

34%

Desativar notificações e reduzir outras distrações

32%

Priorizar tarefas e fazer as mais difíceis primeiro

27%

Tomar um café/bebida energética

26%

Definir um cronograma de estudo com base no momento em que se é mais produtivo

23%

Garantir exercícios físicos suficientes

22%

Criar um espaço de estudo dedicado

21%

Garantir bastante diversão e distrações no tempo livre

19%

Caminhar

Globalmente, a divisão das tarefas em etapas menores é a abordagem mais popular, mas seu apelo difere entre as regiões. No Reino Unido, mais de dois terços dos entrevistados preferem essa abordagem, enquanto no Japão, menos de um terço a adota. O sono, um dos pilares do estudo eficaz, está em segundo lugar no mundo. É especialmente valorizado (por 51%) no norte e leste da Europa (incluindo os Balcãs e o Cáucaso), mas menos na América Central e do Sul (29%-36%). A Alemanha se destaca, com ouvir música superando dormir o suficiente como o principal auxílio para a produtividade (50% x 47%). Pausas regulares são adotadas pelos estudantes no Reino Unido, nos EUA, no Brasil e na Alemanha, com 46% a 51% relatando fazê-las, mas são menos comuns no Japão, na Coreia do Sul e na China (26% a 34%).

As preferências culturais influenciam até mesmo o consumo de café. É a bebida favorita, preferida por 37% a 41%, na Turquia e em todo o norte e leste da Europa (incluindo os Balcãs e o Cáucaso), mas muito menos popular entre os entrevistados da Nigéria e da China (11% e 17%, respectivamente).

Enquanto isso, brincar com animais de estimação é uma estratégia nas Américas (10% no Norte e 14% no Centro e no Sul), mas quase nunca é considerada uma opção na Nigéria, na China, na Coreia do Sul e no Oriente Médio (1% a 4%).

Hobbies que os estudantes praticam no tempo livre100+

46%

Vídeo games

42%

Programação

36%

Assistir TV / Serviços de streaming de vídeo (YouTube, Netflix)

28%

Leituras

23%

Praticar esportes

18%

Ouvir música

16%

Passar tempo com a família

11%

Cozinhar

10%

Assistir esportes

8%

Dormir

8%

Fazer uma caminhada ou trilha

Alexandra Makeeva
Analista de pesquisas em pesquisa de mercado e análise na JetBrains

“Apesar da popularidade dos hobbies relacionados à tecnologia, como programação, muitos estudantes também priorizam o relaxamento off-line, como leitura, esportes, ouvir música, passar tempo com a família e cozinhar. Isso sugere um equilíbrio bastante igualitário entre passatempos técnicos e não técnicos.”

Linguagens de programação e desenvolvimento

63%

dos entrevistados com idade entre 21 e 29 anos relatam ter de 3 a 10 anos de experiência em programação geral. Isso pode indicar que as pessoas estão começando a programar mais cedo do que nunca.

Experiência total em programação (incluindo aprender a programar e a programação como hobby)

9%

Menos de 1 ano

22%

1 a 2 anos

36%

3 a 5 anos

19%

6 a 10 anos

5%

11 a 16 anos

5%

Mais de 16 anos

2%

Sem experiência em programação

Experiência de programação profissional

24%

Menos de 1 ano

16%

1 a 2 anos

15%

3 a 5 anos

8%

6 a 10 anos

3%

11 a 16 anos

4%

Mais de 16 anos

30%

Sem experiência profissional em programação

Onde os estudantes escreveram sua primeira linha de código

46%

Ambiente de desenvolvimento integrado (IDE)

28%

Editor de texto

11%

Editor de código no navegador

9%

Interface de linha de comando

4%

Não tenho certeza

2%

Outros

Embora os entrevistados considerem os tutoriais on-line individualizados e as plataformas de programação como as melhores opções para dominar a ciência da computação, o IDE continua sendo a opção mais popular para iniciantes que estão começando sua jornada de programação.

Primeira linguagem de programação aprendida

27%

C

15%

Python

13%

Java

12%

C++

8%

HTML/CSS

4%

Visual Basic

4%

JavaScript

3%

C#

Todas as respostas com menos de 1% de participação foram agrupadas em “Outros”.

Ekaterina Smal
Chefe de departamento na JetBrains Academy

“A pesquisa revela que apenas 4% dos entrevistados iniciaram sua jornada de aprendizagem com JavaScript, apesar de sua popularidade no desenvolvimento Web. A maioria dos estudantes começou com linguagens básicas como C e Python, o que sugere que muitos preferem construir uma base sólida antes de mergulhar em campos mais especializados, como o desenvolvimento Web.”

Linguagens de programação usadas no ano passado para trabalho e aprendizado100+

68%

Python

54%

HTML/CSS

54%

JavaScript

50%

Java

47%

SQL (PL/SQL, T-SQL e outras extensões de programação do SQL)

37%

C++

33%

C

31%

Linguagens de script shell (Bash / Shell / PowerShell)

22%

TypeScript

19%

C#

14%

PHP

13%

Kotlin

O Python domina tanto em termos de uso no último ano quanto de aprendizagem contínua, refletindo sua ampla aplicabilidade e crescimento contínuo em popularidade. Embora muitos estudantes continuem usando linguagens amplamente utilizadas, como Java, JavaScript e SQL, também há um interesse significativo em linguagens mais novas, como Rust e Kotlin.

Os dados revelam uma tendência clara de estudantes que estão expandindo suas habilidades de programação, com um foco perceptível em linguagens fundamentais como Python, Java e C++, juntamente com uma curiosidade crescente por tecnologias emergentes.

Aprendizado, novo e contínuo, de linguagens de programação nos últimos 12 meses100+

43%

Python

30%

Java

30%

JavaScript

23%

HTML/CSS

22%

C++

20%

SQL (PL/SQL, T-SQL e outras extensões de programação do SQL)

17%

C

13%

TypeScript

12%

Linguagens de script shell (Bash / Shell / PowerShell)

11%

C#

11%

Rust

10%

Kotlin

10%

Go

6%

PHP

5%

R

5%

Assembly

5%

Dart

4%

Swift

4%

MATLAB

O Python está em alta demanda nos Estados Unidos, com mais da metade dos entrevistados começando ou continuando a aprender no último ano. A aprendizagem de Java é mais popular na Coreia do Sul e na Índia (38%-39%), mas muito menos prevalente no Japão (15%). O JavaScript é amplamente aprendido na América do Sul e na Índia (40% e 44%, respectivamente), enquanto o TypeScript teve uma adoção notável na Alemanha e na França (22%-23%). O PHP é muito mais popular na França do que em outras regiões (16%).

O Kotlin é popular na Alemanha, na Espanha, na Coreia do Sul, na Federação Russa e em Belarus (15% a 18% em cada).

O Rust, uma linguagem de programação funcional e de sistema, ganhou força em regiões europeias como França, Alemanha, Benelux e Norte da Europa (15%-16%).

A aprendizagem de C++ é mais popular na Índia, na China e na Ucrânia (28%-29%), mas muito menos na América Central e do Sul, na Espanha e no Japão (10%-12%). Enquanto isso, apenas 6% dos entrevistados na América Central e do Sul, incluindo a Argentina, estão aprendendo C. Na Índia e na Coreia do Sul, esses números são quatro vezes mais altos (26%).

Sistemas operacionais preferenciais para ambientes de desenvolvimento100+

75%

Windows

40%

Linux

33%

macOS

1%

Outros

A maioria dos estudantes prefere executar seu código em um ambiente local, sendo os ambientes de desenvolvimento integrado (IDEs) a ferramenta dominante. As interfaces de linha de comando e os editores de texto vêm em seguida como as opções mais populares. O Windows é o sistema operacional mais amplamente usado para ambientes de desenvolvimento.

Ferramentas preferidas para executar o código100+

89%

Ambiente de desenvolvimento integrado (IDE)

51%

Interface de linha de comando

33%

Editor de texto

28%

Editor de código no navegador

2%

Não tenho certeza

1%

Outros

Ambiente preferido para executar o código100+

52%

Ambiente local

40%

Depende do projeto

5%

Ambiente remoto

3%

Não tenho certeza

Julia Amatuni
Gerente de projetos da JetBrains Academy

“Aqueles que optam por executar o código em IDEs tendem a enfrentar menos desafios de aprendizagem em geral. Eles relatam que ficam presos com menos frequência, experimentam menos platôs de aprendizagem e navegam no controle de versão e no trabalho colaborativo com mais facilidade. Além disso, esses estudantes precisam de menos orientação profissional e enfrentam menos dificuldades com erros de sintaxe, depuração e identificação de erros. Eles também são menos propensos a sentimentos de isolamento ou síndrome do impostor e estão mais bem equipados para lidar com a evolução acelerada da tecnologia sem se sentirem sobrecarregados.”

Katharina Dzialets
Gerente de produtos da JetBrains Academy

“Embora seja amplamente presumido que os programadores iniciantes precisem de assistência significativa para configurar ambientes de desenvolvimento, vemos nos dados que apenas 12% das pessoas com menos de um ano de experiência em programação realmente relatam tal situação. Surpreendentemente, a grande maioria já tem experiência suficiente para relatar que não tem problemas (37%), e 23% conseguem configurar um ambiente de desenvolvimento sem assistência significativa, mas ainda precisam de alguma orientação ou recursos adicionais.”

Experiência com instalação e configuração de ambientes de desenvolvimento

39%

Sou um usuário experiente

31%

Já configurei ambientes antes, mas ainda posso encontrar desafios

17%

Tenho pouca experiência, mas nunca tive problemas

9%

Posso precisar de orientação ou recursos adicionais

3%

Acho desafiador e preciso de ajuda significativa

1%

Outros

IDEs/editores

75%

de todos os estudantes relataram o uso de um IDE para fins de aprendizagem, embora o grau de uso possa variar.

IDEs usados regularmente para trabalho e aprendizagem100+

64%

VS Code (Visual Studio Code)

42%

IntelliJ IDEA

30%

PyCharm

24%

Visual Studio

14%

Android Studio

14%

Vim

13%

IPython/notebooks do Jupyter

12%

Notepad++

9%

CLion

9%

Eclipse

9%

WebStorm

7%

Sublime Text

6%

Xcode

Todas as respostas com menos de 1% de participação foram agrupadas em “Outros”.

JetBrains

Você sabia?

Os estudantes que usam regularmente os JetBrains IDEs têm 21% mais chances de ter usado um IDE especificamente para fins de aprendizagem em comparação com aqueles que não usam os JetBrains IDEs. Além disso, os estudantes que usam regularmente os JetBrains IDEs classificam sua proficiência em programação como mais alta do que aqueles que não usam.

Você é um estudante interessado em dominar a programação? Receba acesso gratuito a todos os IDEs da JetBrains para uso pessoal na sua escola ou em casa!

Objetivos do uso de IDEs100+

82%

Projetos pessoais ou paralelos

56%

Para o trabalho

45%

Como hobby

26%

Programação colaborativa

5%

Outros

Primeiro IDE usado

17%

VS Code (Visual Studio Code)

17%

Visual Studio

12%

Eclipse

8%

PyCharm

7%

Notepad++

7%

IntelliJ IDEA

4%

Sublime Text

3%

NetBeans

3%

Android Studio

3%

Atom

Todas as respostas com menos de 1% de participação foram agrupadas em “Outros”.

Tatiana Vasilyeva
Chefe de produto da JetBrains Academy

“Lembro-me da mudança de editores de texto simples para ambientes de desenvolvimento integrado (IDEs) como a ferramenta preferida para aqueles que estavam iniciando sua jornada de aprendizagem em ciência da computação. Inicialmente, havia a preocupação de que os IDEs pudessem ajudar demais e, portanto, deixar de educar adequadamente. É interessante observar que, desde então, os IDEs se tornaram a principal alternativa. Às vezes, vejo dúvidas semelhantes hoje em relação a ferramentas de IA de última geração, mas acredito firmemente que, no futuro, essas ferramentas também se tornarão naturalmente a principal escolha.”

Rotinas e dispositivos de estudo

A maioria dos estudantes usa notebooks pessoais para estudar ciência da computação e programação. Embora computadores desktop também sejam comumente usados (37% para estudar, 36% para programação), smartphones e tablets têm menor preferência, com apenas um quarto dos entrevistados usando smartphones para estudar e apenas 3% para programação. A maioria dos estudantes possui seus principais dispositivos de estudo, com uma porcentagem menor dependendo de dispositivos fornecidos por empregadores (7%) ou instituições educacionais (3%).

Dispositivos preferidos para estudo100+

87%

Notebook

37%

Computador desktop

25%

Smartphone

13%

Tablet

1%

Outros

Dispositivos preferidos para programação100+

83%

Notebook

36%

Computador desktop

3%

Smartphone

2%

Tablet

1%

Não escrevo código

Propriedade do dispositivo de estudo primário

85%

Sou proprietário do meu dispositivo de estudo

7%

Meu empregador fornece meu dispositivo de estudo

5%

Compartilho meu dispositivo de estudo com minha família ou colegas de casa

3%

Minha instituição de ensino fornece meu dispositivo de estudo

Locais de estudo preferidos

85%

Início

38%

Campus escolar ou universitário

35%

Biblioteca

17%

Cafeteria

15%

Espaço de coworking

13%

Dormitório ou acomodação estudantil

5%

Parque ou espaço ao ar livre

3%

Transporte público (por exemplo, ônibus ou trem)

1%

Outros

2%

Não tenho um local de estudo preferido

Conveniência de locais de estudo

Nem um pouco convenienteBastante inconvenienteRelativamente convenienteMuito conveniente
1%4%27%68%Início
2%11%43%44%Dormitório ou acomodação estudantil
2%9%48%41%Biblioteca
1%8%51%40%Campus escolar ou universitário
1%11%53%35%Espaço de coworking
1%13%63%22%Cafeteria
4%25%50%22%Parque ou espaço ao ar livre
8%39%38%16%Transporte público (por exemplo, ônibus ou trem)
1%68%

A maioria dos estudantes estuda à noite, sendo que 58% dedicam de 3 a 16 horas por semana à aprendizagem de ciência da computação. Os dados revelam que os estudantes gostariam de passar menos tempo estudando à tarde e à noite do que fazem atualmente.

Tempo de estudo preferido

19%

De manhã cedo (5h às 8h)

25%

Final da manhã (9h às 12h)

25%

Tarde (13h às 17h)

38%

Noite (18h às 21h)

32%

Tarde da noite (22h às 2h)

16%

Não tenho preferência

Tempo de estudo habitual100+

10%

De manhã cedo (5h às 8h)

19%

Final da manhã (9h às 12h)

25%

Tarde (13h às 17h)

41%

Noite (18h às 21h)

33%

Tarde da noite (22h às 2h)

34%

Sempre que posso

Horas preferidas por semana dedicadas à aprendizagem de ciência da computação

2%

Menos de 1 hora por semana

8%

De 1 a 2 horas por semana

31%

De 3 a 8 horas por semana

30%

De 9 a 16 horas por semana

16%

De 17 a 32 horas por semana

13%

Mais de 32 horas por semana

Horas por semana dedicadas à aprendizagem de ciência da computação

6%

Menos de 1 hora por semana

20%

De 1 a 2 horas por semana

38%

De 3 a 8 horas por semana

20%

De 9 a 16 horas por semana

11%

De 17 a 32 horas por semana

6%

Mais de 32 horas por semana

Estilo de aprendizagem preferido

59%

Sozinho e de forma independente

15%

Combinação de diferentes estilos de estudo, dependendo da matéria e do conteúdo

14%

Em pequenos grupos de colegas ou com um parceiro de estudo

7%

Com um professor, mentor ou instrutor

5%

Indeciso

Menos de um terço dos entrevistados estuda sistematicamente, enquanto pouco mais da metade dos entrevistados não segue um cronograma de estudo concreto. Os principais fatores que afetam o ritmo de seus estudos incluem a carga de trabalho, os prazos, os interesses pessoais e outros compromissos pessoais, todos os quais desempenham um papel na consistência com que os estudantes podem progredir e permanecer motivados.

Ritmo de aprendizagem

51%

Estudo de vez em quando; cada semana dedico uma quantidade diferente de tempo ao aprendizado

29%

Estudo sistematicamente, aprendendo temas diversificados, e procuro dedicar tempo igual a cada um

18%

Estudo muito por um prazo específico e depois volto para um modo mais relaxado

2%

Outros

Fatores que influenciam o ritmo de aprendizagem

Os entrevistados responderam a essa pergunta com respostas de texto aberto. O ChatGPT foi usado para automatizar a análise e a classificação das respostas em grupos temáticos.

27%

Carga de trabalho e prazos

13%

Interesse pessoal

13%

Obrigações familiares e pessoais

12%

Gerenciamento do tempo

8%

Saúde mental

8%

Complexidade dos materiais de aprendizagem

7%

Fatores ambientais

6%

Relevância do projeto e aplicação prática

4%

Qualidade dos materiais didáticos

2%

Saúde física

Dados demográficos

Gênero

Faixa etária

21%

18–20

47%

21–29

19%

30–39

7%

40–49

4%

50 a 59

1%

60 anos ou mais

Ekaterina Smal
Chefe de departamento na JetBrains Academy

“O fato de apenas 12% dos entrevistados serem mulheres destaca a lacuna de gênero que ainda existe na ciência da computação. É um lembrete de como é importante criar espaços e oportunidades acolhedores e de apoio para todos os gêneros, para que possamos trabalhar em prol de uma maior representação e igualdade no setor de tecnologia.”

Gênero (por região)

Prefiro não dizerNão binário, queer ou sem conformidade a gênerosMasculinoFeminino
<1%<1%65%35%Federação Russa e Belarus
1%1%69%28%Argentina
1%1%71%27%Ucrânia
2%77%21%Coreia do Sul
<1%1%80%19%América Central e América do Sul
<1%<1%81%18%Nigéria
4%3%75%18%Estados Unidos
1%1%81%16%Brasil
4%4%76%16%Canadá
3%2%79%16%Reino Unido
1%1%83%16%Oriente Médio, África, Ásia Central
2%2%82%15%Espanha
1%1%83%15%Europa Oriental, Bálcãs e Cáucaso
1%1%84%14%México
1%1%86%13%Benelux e Norte da Europa
2%2%83%12%Japão
3%1%83%12%França
3%1%84%12%Resto da Europa
2%1%86%11%Alemanha
1%2%86%11%Turquia
2%1%87%9%Outro: Sudeste Asiático e Oceania
2%1%91%7%Índia
4%2%90%4%China
0%91%

Na maioria das regiões, a maioria dos estudantes de ciência da computação é do sexo masculino (80% a 90%), com a Índia e a China no topo dessa lista. Por outro lado, uma representação feminina maior que a média foi registrada na Federação Russa, Belarus, Argentina e Ucrânia.

Na França, na Alemanha e no Reino Unido, os números são de 11% a 16%, o que destaca uma lacuna de gênero persistente na Europa. Os estudantes não binários representam cerca de 1% a 2% na maioria dos lugares, exceto nos EUA e no Canadá.

Estado civil

62%

Individual

22%

Casado(a)

9%

Morando junto

1%

Divorciado(a)

1%

Separado(a)

5%

Prefiro não dizer

Número de crianças

80%

Nenhuma opção

9%

Um

6%

Dois

2%

Três ou mais

3%

Prefiro não dizer

14%

dos entrevistados relatam que, em casa e com os amigos, falam um idioma diferente daquele que usam no trabalho. Inglês, hindi e chinês são os três principais idiomas que os entrevistados usam para falar com seus amigos e familiares.

Idiomas falados no trabalho100+

71%

Inglês

21%

Chinês

9%

Japonês

7%

Hindi

6%

Espanhol

5%

Russo

4%

Alemão

4%

Francês

3%

Português

3%

Coreano

Todas as respostas com menos de 1% de participação foram agrupadas em “Outros”.

Os dados mostram que o inglês é o idioma dominante no local de trabalho, sendo usado por mais de dois terços dos entrevistados. O chinês e o japonês são os próximos idiomas mais falados, representando o mercado asiático. Idiomas como hindi, espanhol e russo destacam a diversidade global na tecnologia. Além disso, 8% dos entrevistados usam idiomas menos comuns não monitorados por nossa pesquisa, indicando ainda mais diversidade linguística no setor.

Idiomas falados com familiares e amigos100+

Essa pergunta foi mostrada apenas aos entrevistados que disseram usar um idioma diferente com amigos e familiares do que no trabalho.

18%

Inglês

16%

Hindi

12%

Chinês

10%

Russo

9%

Espanhol

4%

Tamil

Todas as respostas com menos de 1% de participação foram agrupadas em “Outros”.

País/Região

20%

China continental

14%

Estados Unidos

11%

Índia

8%

Japão

4%

Alemanha

3%

Reino Unido

3%

Brasil

2%

Coreia do Sul

2%

França

2%

Indonésia

2%

Austrália

Todos os países/regiões com menos de 1% de participação foram incorporados em “Outros”.

A China continental, os Estados Unidos, a Índia e o Japão juntos representam mais da metade dos estudantes de ciência da computação em todo o mundo, realçando a força desses importantes centros globais de tecnologia.

13%

dos entrevistados nasceram em um país ou região diferente daquele onde residem atualmente, sendo que a Federação Russa, a Índia e a China representam um terço dos que se mudaram. A tendência de migração tem aumentado constantemente nos últimos anos, com 62% das pessoas que mudaram de país fazendo isso na última década.

País/região de nascimento

Essa pergunta foi mostrada apenas aos entrevistados que residem atualmente em um país ou região diferente do seu país ou região de nascimento.

14%

Rússia

12%

Índia

6%

China continental

3%

Ucrânia

3%

Estados Unidos

2%

Brasil

2%

Alemanha

2%

Reino Unido

2%

Belarus

2%

Nigéria

2%

Japão

2%

México

2%

Polônia

2%

Paquistão

Todos os países/regiões com menos de 1% de participação foram incorporados em “Outros”.

metodologia

Mais de 28.500 pessoas participaram da Pesquisa de 2024 sobre a curva de aprendizagem de ciência da computação.

Para garantir uma amostra representativa, limpamos os dados usando o método descrito abaixo. O relatório final baseia-se nas respostas de 23.991 estudantes de todo o mundo.

Os dados foram ponderados de acordo com vários critérios, que são detalhados no final desta seção.

Limpeza de dados

Incluímos respostas incompletas somente quando a pergunta sobre a aprendizagem de ciência da computação nos últimos 12 meses foi respondida positivamente. Além disso, aplicamos critérios específicos para identificar e excluir respostas suspeitas.

Filtramos as respostas que se enquadravam em um dos seguintes conjuntos:

Pelo menos dois dos seguintes
  • Mais de 16 linguagens de programação são usadas.
  • Mais de nove cargos.
  • O país/região selecionado está entre os primeiros da lista em ordem alfabética e não entre países/regiões populares.
  • Os cargos de CEO e especialista em suporte técnico.
  • CEO e menor de 21 anos.
  • Respondeu rápido demais (menos de cinco segundos por pergunta).
Qualquer um dos seguintes
  • 17 anos ou menos.
  • Não respondeu à pergunta “Você estudou ciência da computação em algum formato nos últimos 12 meses?” ou respondeu negativamente.
  • Menos de 21 anos e mais de 11 anos de experiência profissional em programação.
  • Várias respostas do mesmo endereço de e-mail (apenas uma resposta é usada).

Segmentação

A coleta de dados foi realizada de meados de fevereiro até o final de junho de 2024.

Alcançamos os possíveis entrevistados usando anúncios direcionados no X (antigo Twitter), Facebook, Bilibili, TikTok e Instagram. Além disso, publicamos anúncios em plataformas de comunidades de tecnologia como Qiita, IT Media, Quora, Reddit, Zhihu e LinkedIn e incentivamos os participantes a compartilhar a pesquisa com seus colegas.

Também aproveitamos os canais de comunicação da JetBrains e da Hyperskill para alcançar os entrevistados. Além disso, painéis externos foram utilizados para reunir um número suficiente de respostas de regiões sub-representadas, como Japão, Ucrânia, Rússia e Bielorrússia.

Para anúncios direcionados, usamos os seguintes perfis
  • Idade: de 18 a mais de 60.
  • Personas: estudantes de todos os níveis (graduação, pós-graduação) com especialização em ciência, tecnologia, engenharia e matemática; estudantes on-line de ciência, tecnologia, engenharia e matemática (considerando que os estudantes de programas interdisciplinares com cursos de ciência da computação podem se enquadrar nessa categoria).
  • Interesses: ciências naturais; matemática e estatística; engenharia e tecnologia; ciências da computação e da informação; ciências sociais; ciências humanas; saúde e medicina; comunicação e mídia; negócios e economia; administração pública e políticas.

Países e regiões

Coletamos amostras suficientemente grandes de 16 países: Argentina, Brasil, Canadá, China, França, Alemanha, Índia, Japão, México, Nigéria, Coreia do Sul, Espanha, Turquia, Ucrânia, Reino Unido e Estados Unidos. Para cada região geográfica, coletamos pelo menos 300 respostas de fontes externas, como anúncios ou encaminhamentos pelos participantes.

Os demais países formaram sete regiões
  • Oriente Médio, África, Ásia Central
  • Benelux e Norte da Europa
  • Europa Oriental, Bálcãs e Cáucaso
  • Federação Russa e Belarus
  • Resto da Europa (incluindo Chipre e Israel)
  • Outros países do Sudeste Asiático e Oceania (incluindo Austrália e Nova Zelândia)
  • América Central e do Sul (exceto Argentina, Brasil e México)

Localização

Para maximizar a inclusão e acomodar uma gama diversificada de participantes, a pesquisa estava disponível em 10 idiomas: inglês, chinês, francês, alemão, japonês, coreano, português do Brasil, russo, espanhol e turco.

Redução de viés de amostragem

Para reduzir o viés, ponderamos os dados com base na fonte das respostas. Priorizamos respostas de fontes externas com menor probabilidade de serem tendenciosas em relação ao público da JetBrains, como anúncios pagos e indicações de colegas. A fonte de cada entrevistado foi levada em conta individualmente durante o processo de ponderação.

Realizamos três estágios de ponderação para garantir uma representação mais precisa da população global de estudantes de ciência da computação.

1

Ajuste para as populações de desenvolvedores em cada região

Antes de realizar a pesquisa, fizemos uma pesquisa que revelou que a população de estudantes de ciência, tecnologia, engenharia e matemática em diferentes regiões está altamente correlacionada com o número de desenvolvedores profissionais nessas regiões. Com base nessa descoberta, decidimos usar a proporção de desenvolvedores profissionais em cada região como uma estimativa da proporção de estudantes de ciência da computação.

Na primeira etapa, reunimos as respostas de diferentes países e, em seguida, aplicamos nossa distribuição estimada de desenvolvedores profissionais em cada país para ponderar os dados adequadamente.

Primeiro, coletamos respostas de pesquisas de anúncios em redes sociais em 23 regiões, juntamente com respostas de indicações de colegas. Em seguida, ponderamos essas respostas com base em nossas estimativas de populações de desenvolvedores profissionais em cada região.

Isso garantiu que a distribuição das respostas correspondesse às populações de estudantes de ciência da computação em cada país.

2

Ajuste para experiência de programação e uso de JetBrains IDEs

A segunda etapa envolveu um processo mais complexo, incluindo cálculos baseados na solução de sistemas de equações.

Usamos as respostas inicialmente ponderadas para determinar a distribuição dos estudantes por nível de experiência em programação e seu uso dos JetBrains IDEs em cada região. Essas distribuições serviram como constantes em nossas equações.

Em seguida, adicionamos respostas de estudantes que acessaram a pesquisa por meio dos canais internos da JetBrains, como nossas contas em redes sociais e painel de pesquisa.

3

Resolvendo o sistema de equações lineares e desigualdades

Criamos um sistema de equações lineares e desigualdades que descreve o seguinte:

  • Os coeficientes de ponderação dos participantes (por exemplo, na nossa amostra, Fiona representa, em média, 180 desenvolvedores de software da França).
  • Os valores específicos de suas respostas (por exemplo, Pierre tem dois anos de experiência em programação e não usa nenhum JetBrains IDE).
  • As proporções necessárias entre as respostas (por exemplo, 22% dos estudantes têm de 1 a 2 anos de experiência em programação e assim por diante).

Para resolver o sistema de equações com variação mínima nos coeficientes de ponderação, aplicamos o método dual de Goldfarb e Idnani (1982, 1983). Essa abordagem nos permitiu reunir os coeficientes de ponderação individuais ideais para cada um dos 23.991 entrevistados.

Viés persistente

Apesar dessas medidas, pode haver algum viés, já que o público fiel da JetBrains poderia estar mais disposto, em média, a responder à pesquisa.

Por mais que tentemos controlar a distribuição da pesquisa e aplicar uma ponderação inteligente, as comunidades e o ecossistema dos estudantes estão em constante evolução, e a possibilidade de algumas flutuações inesperadas nos dados não pode ser completamente eliminada.

Análise de respostas de texto aberto

Nesse relatório, apresentamos uma análise de frequência de várias perguntas de texto aberto que receberam milhares de respostas. Devido ao grande volume de dados, aplicamos técnicas de processamento automatizado. Para automatizar o agrupamento de respostas, usamos modelos de linguagem grandes (LLMs), especificamente o GPT-4o.

1

Limpeza de dados

  • Tradução: para padronizar a análise, as respostas de diferentes idiomas foram traduzidas para o inglês.
  • Verificação de conclusão: as respostas foram filtradas quanto à relevância e ao conteúdo; respostas irrelevantes ou fora do tópico foram excluídas.
  • Eliminação de conteúdo inadequado: as respostas que continham linguagem inadequada ou conteúdo ofensivo foram removidas para garantir a integridade dos dados.

Após o procedimento de limpeza de dados, as respostas válidas variaram de 4.000 a 9.000 por pergunta, influenciadas pela natureza opcional de algumas perguntas e pela sensibilidade de determinados tópicos.

2

Agrupamento de respostas

  • O GPT-4o foi usado para analisar e classificar as respostas em grupos temáticos. A análise foi repetida várias vezes (normalmente cinco ou mais iterações por pergunta) para validar a consistência dos agrupamentos.
  • Em cada iteração, os grupos foram revisados para garantir que refletissem os temas centrais dos entrevistados.
  • Os testes revelaram que 5 a 8 grupos por pergunta atingiram o melhor equilíbrio entre granularidade e generalização, capturando insights diferenciados e preservando perspectivas únicas.

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